Como Fazer Relatório De Vendas: Sinopse E Confiabilidad

06 Jul 2018 13:05
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<p>Uma colaborar de escrit&oacute;rio apalpada pelo chefe em uma reuni&atilde;o depois de repelir tuas investidas. Uma balconista assediada depois de ser levada at&eacute; o fundo da loja pelos patr&otilde;es. Uma produtora de televis&atilde;o provocada todos os dias pelos superiores pra revelar os peitos. Os 3 casos foram relatados &agrave; Folha e t&ecirc;m algo em comum —nenhum foi denunciado pelas v&iacute;timas, que tiveram horror de perder o emprego ou sofrer crueldade ainda maior. O n&uacute;mero de den&uacute;ncias de ass&eacute;dio sexual no trabalho e a&ccedil;&otilde;es na Justi&ccedil;a neste porqu&ecirc;, que vinha crescendo com a expans&atilde;o do movimento feminista no na&ccedil;&atilde;o nos &uacute;ltimos anos, perdeu for&ccedil;a com a recess&atilde;o e o desemprego. Detalhes do Minist&eacute;rio P&uacute;blico do Trabalho evidenciam que 2015 representou uma interrup&ccedil;&atilde;o num movimento de alta que vinha sendo registrado desde 2012 no volume de den&uacute;ncias, estimuladas por campanhas de conscientiza&ccedil;&atilde;o do &oacute;rg&atilde;o a respeito do ass&eacute;dio.</p>

<p>Em 2016, que marcou o segundo pior saldo negativo do emprego na hist&oacute;ria —com 1,tr&ecirc;s milh&atilde;o de vagas perdidas— o n&uacute;mero de den&uacute;ncias de ass&eacute;dio sexual se estagnou em 248. Nesse ano, foram 144 at&eacute; julho. A cooperar de escrit&oacute;rio ouvida na Folha, que trabalha na &aacute;rea de educa&ccedil;&atilde;o, comentou ter sido perseguida por um gerente ap&oacute;s se recusar a ter rela&ccedil;&otilde;es sexuais com ele.</p>

<p>Ele a chamava pra sua sala com o pretexto de argumentar trabalho, tocava nos seus seios e a intimidava. &Agrave;s vezes ia at&eacute; sua mesa e esfregava o p&ecirc;nis nela. A produtora de Tv relatou &agrave; reportagem que era assediada todo dia por um chefe que fazia coment&aacute;rios sobre seus peitos e insinuava que ela deveria fazer sexo com ele. O ass&eacute;dio era feito em p&uacute;blico, e passava por brincadeira.</p>
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<p>O procurador Ramon Bezerra dos Santos, do Minist&eacute;rio P&uacute;blico do Trabalho, reitera que &eacute; muito &aacute;rduo apurar um caso de ass&eacute;dio sexual no trabalho. As a&ccedil;&otilde;es movidas pelo MPT, com base pela apura&ccedil;&atilde;o das den&uacute;ncias das v&iacute;timas, t&ecirc;m como objetivo responsabilizar a corpora&ccedil;&atilde;o pelo ass&eacute;dio. Empregadores condenados t&ecirc;m que pagar indeniza&ccedil;&atilde;o &agrave;s mulheres e assinar termos de ajuste de conduta. Pra responsabilizar o agressor, as v&iacute;timas devem destinar-se &agrave; Justi&ccedil;a comum cobrar danos morais, ou denunciar o crime &agrave; pol&iacute;cia. Se o ass&eacute;dio ocorre em &oacute;rg&atilde;o p&uacute;blico, a trajet&oacute;ria &eacute; um modo administrativo.</p>

<p>O ass&eacute;dio sexual s&oacute; &eacute; crime no Brasil quando acontece no local de trabalho. &Eacute; acordado como &quot;constranger uma pessoa&quot; pra &quot;obter vantagem ou favorecimento sexual&quot;, aproveitando-se da circunst&acirc;ncia de superior hier&aacute;rquico. &Eacute; o que relata ter sofrido Viviane Magalh&atilde;es, 45. Ela come&ccedil;ou a trabalhar cedo, com cerca de 15 anos, e conta que foi assediada no segundo emprego, uma loja de roupas no bairro onde morava.</p>

<p>Magalh&atilde;es reitera ter sido tocada pelos tr&ecirc;s donos da loja. Como outros crimes de crueldade sexual contra a mulher, o ass&eacute;dio sexual no trabalho &eacute; subnotificado. No Estado de S&atilde;o Paulo, foram inscritos s&oacute; 159 boletins de circunst&acirc;ncia at&eacute; julho. Segundo o Minist&eacute;rio P&uacute;blico do Trabalho, n&atilde;o h&aacute; setor de atividade econ&ocirc;mica que concentre n&uacute;mero superior de casos. A dificuldade &eacute; pulverizado, dizem os procuradores. C.V., sobre o dono da joalheria em que trabalhava. Assim sendo que se casou, ela foi demitida. Pela hora de denunciar o ass&eacute;dio no recinto de trabalho, &eacute; trabalhoso ultrapassar o horror de perder o emprego ou ficar estigmatizada, sobressaem as v&iacute;timas e ativistas feministas. Cida Bento, diretora do Centro de Estudos das Rela&ccedil;&otilde;es do Trabalho e Desigualdades.</p>

<p>Marina Ruzzi, advogada especializada em hostilidade contra a mulher, a &quot;precariza&ccedil;&atilde;o dos v&iacute;nculos trabalhistas&quot; explica a perda das den&uacute;ncias de ass&eacute;dio sexual. Para o procurador Bezerra dos Santos, a interrup&ccedil;&atilde;o da tend&ecirc;ncia de acrescentamento do n&uacute;mero de den&uacute;ncias vai na contram&atilde;o do movimento de conscientiza&ccedil;&atilde;o feito nos &uacute;ltimos anos. Dentre as den&uacute;ncias, a toda a hora foi mi&uacute;do o volume que desencadeia a&ccedil;&otilde;es, inferior a 10% dos casos, segundo ele. No momento em que d&aacute; falso uma programa&ccedil;&atilde;o, eles dizem que foram estuprados na m&aacute;quina.</p>

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